Grupo de Política Internacional

Europa das Ideias
24
Mai 09

A intervenção do Primeiro-Ministro na Assembleia da República sobre a recandidatura de Durão Barroso a Presidente da Comissão Europeia é incoerente e contraditória.

 

Defende que o facto de, por um lado, enquanto Primeiro-Ministro e líder do PS, apoiar Durão Barroso, e, por outro, alguns candidatos socialistas serem contra, revela uma diversidade que enriquece o PS. Momentos depois, quando criticado por Francisco Louçã por apoiar Durão Barroso, disse que o faz por patriotismo e porque essa é a posição que melhor serve os interesses nacionais.

 

Ora, seguindo a lógica do Primeiro-Ministro, os candidatos do PS que não apoiam a recandidatura de um português ao cargo internacional com maior influência no bem-estar dos portugueses e no desenvolvimento de Portugal, não estarão a ser patrióticos nem a defender os interesses nacionais.

 

publicado por Bartolomeu Perestrelo às 01:00

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